sexta-feira, 26 de março de 2010

No minímo dez anos se passaram na vida de cada estudante até a chegada do terceiro ano, o chamado Terceirão. O ano mais esperado e para alguns o mais temido, pois é a Hora H do dia D em que temos de fazer a decisão FINAL, que vai definir o futuro de cada um. Tentamos estudar todos os dias e prestar bastante atenção nas aulas, apesar de alguns não estarem ligando para nada. A pressão dos pais e do colégio nos deixando apreensivos, querendo voltar no tempo ou fazer q isso tudo passe rápido, deixa nos com uma sensação de NERDS hauhsauhuah de que o nosso mundinho bom de colegial morre e que nossos amigos não são mais os mesmos que nos próximos anos vai ser dificil manter o contato com os velhos AMIGOS. A cada dia que passa é um dia mais de desespero, hoje mesmo o professor de mateMÁGICA disse faltam 259 dias pro vestibular já deixando mtos alunos loucos. Mas apesar de tudo ngm é de ferro, não aguentamos ficar 12 hrs todos os dias emcima de livros e cadernos, necessitamos de nossos encontros romanticos ou nem tanto, reuniões com os amigos para tomar um TeRÊs ou coisa parecida e até mesmo gaziar aulas de vez enqndo para esfriar a cabeça, jogar bola, comer chocolates, ir ao cinema, ou só ficar pra fora da sala para meditar sobre TUDO o que vem acontecendo e está para vir.
E sobre a paquera, namoros, sexo, rock`n Roll que tomam o lugar das aulas as vezes é uma comédia os professores batem um papo legal, mas nem todos curtem, cortando o clima e estressando mais. NO STRESS people. Mtos já passaram por tudo isso e mto mais, nós estamos só começando a vida, o que antes aconteceu não morre ficará guardado em nossos S2 corações pequeninos ainda kspakoapok é dificil mas NãO SE MATE só isso kspaokapok

terça-feira, 23 de março de 2010

De uma vela para Dario a Rosas de Dario...

Rosas de Dario

Dario vinha apressado, o guarda-chuva no braço esquerdo, assim dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de sua casa. Ao voltar do trabalho se atrasou porque havia esquecido que era dia do aniversário de 15 anos de casamento assim teve que correr a uma floricultura. Levando um buquê de rosas chegou próximo da janela de sua casa, quando se assustou com o que viu. Surpreso, ficou com o coração na mão e sem reações, já não conseguia pensar em nada teve uma parada respiratória, quase caiu de tontura, agachou e sentou na calçada no meio da multidão onde passava se despercebido. Ali olhava ainda a cortina da janela se movimentando com o vento, que ele não sentia mais tocar sua pele. O pequeno feixe de luz que saia da sua sala de jantar iluminava parte de seu rosto, chegando a cegá-lo.
Com sua fraqueza e com o apoio de seu guarda-chuva tentava levantar, foi um mero fracasso. Começou a chorar de desespero quando a rua ficava vazia, sua lágrima junto do fino chuvisco já não se distinguia. Alguns minutos, parado daquele modo pareciam uma eternidade. Quando ouviu se passos vindo em sua direção, uma pessoa com vestes negras na escuridão da noite chuvosa dificultava a visão do rosto, que naquele instante era insignificante, pois Dario fora ignorado pelos passos do desconhecido apressado.

Na manhã seguinte um lindo arco-íris cobria a cidade e a comunidade se reunia vizinhos, amigos, parentes, colegas de trabalho, todos na casa de Dario consolando a esposa que junto de um velho desconhecido chorava oceanos de muita tristeza, aonde ali no centro da sala sobre um caixão havia lindas rosas vermelhas. Acontecia um velório de um rapaz romântico que amava demais sua esposa.